Selênio pode ajudar o organismo a enfrentar o coronavírus?

O selênio é um mineral com um alto poder antioxidante e por isso ajuda a prevenir doenças como o câncer e a fortalecer o sistema imunológico. Dado ao cenário atual da pandemia, muitas pessoas vêm se perguntando se o selênio pode ajudar a reduzir o risco de contrair o novo coronavírus, que causa o COVID-19.

Selênio e coronavírus: Qual a relação?

Quantidade adequadas de selênio no organismo ajudam a reduzir a inflamação e a melhorar a imunidade. Porém, é importante observar que atualmente não há cura para o COVID-19. Portanto, não há nenhuma medida preventiva além do distanciamento social e práticas de higiene adequadas para impedir o desenvolvimento desta doença.

Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Surrey, na Inglaterra, identificou uma ligação entre a taxa de recuperação do Covid-19 e o consumo regional de selênio na China. O estudo foi publicado no renomado American Journal of Clinical Nutrition.

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De acordo com a pesquisa, os cientistas descobriram que áreas com altos níveis de selênio eram mais propensas a apresentarem mais pacientes que haviam melhorado seu quadro.

Apesar da análise, mais estudos são necessários. Além disso, os próprios pesquisadores revelaram que  não conseguiram trabalhar com dados de nível individual. Além disso, não foram levados em conta outros fatores possíveis, como como a idade dos pacientes e a existência de comorbidades. 

Fontes de selênio

Quanto consumir?

A recomendação diária é que uma pessoa adulta consuma cerca de 55 mg desse mineral. Mas, é importante alertar: não deve haver exagero. Pois, o excesso desse mineral no organismo pode ter efeitos indesejáveis, como: falta de ar, febre, náusea e o mal funcionamento de órgãos vitais, como os rins.

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