Ranking do açúcar: confira as melhores opções

Um docinho não faz mal a ninguém, é verdade. Mas, em excesso, o açúcar pode levar à obesidade e desencadear doenças como a diabetes. E é muito fácil extrapolar a quantidade máxima recomendada por dia: são apenas 50 gramas, o que significa apenas 5 colheres de sopa. 

Com relação ao consumo de açúcar, a nutricionista Julia Beux, da academia Bodytech Jardins, em São Paulo, ressalta que hábito e exceção podem fazer toda a diferença. Se os docinhos aparecem na alimentação de vez em quando, não há problema. “Agora, se for um hábito diário, ativa processos inflamatórios que podem gerar não somente aumento de gordura corporal e o risco de diversas doenças, mas impactar até o desempenho mental, humor e sono”, afirma. 

Para ajudar  você a fazer escolhas mais saudáveis, Julia elaborou um ranking do açúcar. Confira.

Açúcar de coco 

Tem ganhando muita visibilidade nos últimos tempos e é a opção mais saudável do mercado. Possui índice glicêmico mais baixo – ou seja, a velocidade de absorção pelo organismo é mais lenta – e também possui ferro, magnésio e vitaminas do complexo B. “Ele seria o mais indicado no preparo de receitas doces”, relata Julia. 

Mascavo e demerara

Na linha dos açúcares mais naturais, temos esses dois derivados da cana. “Por não passarem por tantos processos de industrialização, eles mantêm alguns minerais como ferro e cálcio.” O índice glicêmico dos dois também é baixo. 

Açúcar branco e cristal

São os mais comuns e presença quase certeira em toda cozinha. Também são os mais refinados e, devido ao processamento e aos aditivos químicos para deixá-los ainda mais branquinhos, acabam perdendo qualquer propriedade que pudesse ser benéfica à saúde. Ou seja, suas calorias são vazias. 

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Dica extra: mel

Apesar de conter quantidade de calorias e índice glicêmico similares ao do açúcar branco, o mel, por ser natural, possui diversas propriedades benéficas, como os antioxidantes, que contribuem para a imunidade. “Mas, atenção: ele deve ser consumido com moderação na maioria dos casos, assim como todos os outros tipos de açúcar”, reforça a nutricionista.  

O ideal mesmo é adaptar o paladar para alimentos in natura ou minimamente processados, evitando inserir açúcares e alimentos industrializados no dia a dia. “Se permita experimentar alimentos sem adoçar. E coma com equilíbrio e consciência”, conclui Julia.

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